Imposters é renovada para 2.ª Temporada

Na passada segunda-feira (18), o co-criador da série, Paul Adelstein, confirmou para os fãs que Imposters terá sim uma segunda temporada, com 10 episódios e ainda falou sobre a altíssima audiencia, no caso cerca de 1.4 milhões de espectadores por episódio o que é um numero maravilhoso para uma nova série de uma canal norte americano pouco conhecido como a Bravo, da primeira temporada, dizendo:

“Imposters, realmente ressoou com o nosso público e críticos com a sua única marca de suspense e humor. Estamos tão animados para ver o que o futuro reserva para este improvável grupo de personagens defeituosos, mas adoráveis, que nossos talentosos criadores e atores têm plenamente trazido à vida.”

Fonte: Yahoo: “Imposters Renewed for Season 2” | Tradução e Adaptação: Imposters Brasil


E tudo isso ocorreu no ‘For Your Consideration Emmy’, evento hospedado pela Bravo no Saban Media Center, em Los Angeles, Califórnia, onde podemos ver o elenco todo conversando com a plateia falando sobre as suas experiências com a primeira temporada e possíveis futuros acontecimentos que estão reservado para a nova temporada.

  • Confira abaixo todas as fotos do elenco presente no evento:

FOTOS – Red Carpet

APARIÇÕES PÚBLICAS | PUBLIC APPEARANCES > EVENTOS E PREMIAÇÕES > 2017 > 17.04 | FOR YOUR CONSIDERATION EM NORTH HOLLYWOOD, CA (RED CARPET)

      

FOTOS – Evento

APARIÇÕES PÚBLICAS | PUBLIC APPEARANCES > EVENTOS E PREMIAÇÕES > 2017 > 17.04 | FOR YOUR CONSIDERATION EM NORTH HOLLYWOOD, CA (EVENTO)

      

FOTOS – Painel

APARIÇÕES PÚBLICAS | PUBLIC APPEARANCES > EVENTOS E PREMIAÇÕES > 2017 > 17.04 | FOR YOUR CONSIDERATION EM NORTH HOLLYWOOD, CA (PAINEL)

      


Por fim, a produção da segunda temporada acontecerá no outono norte-americano (ou seja aqui no Brasil, seria a primavera, de setembro a novembro) e a sua estreia está marcada para 2018.

Inbar Lavi e Rob Heaps falam sobre Imposters com Megan e Rachel do podcast da emissora Bravo: “The Daily Dish”

Foi no podcast: “The Daily Dish” da emissora Bravo que foi divulgada uma entrevista a Inbar Lavi e Rob Heaps onde estes falam acerca da segunda temporada de Imposters e como é a vida na industria cinematográfica, realizada por Megan e Rachael.

  • Escute o podcast nas plataformas abaixo:

COMEÇA A 20:09

Apple Music Spotify Art19 – Stitcher

  • Confira a transcrição adaptada e traduzida:

E: Bem, eu estou aqui com Inbar Lavi e Rob Heaps de Imposters. Então, parabéns pela segunda temporada! 
R: Obrigado!
I: Obrigada!
E: Ano passado terminamos com esse final inacabado (cliffhanger) e vocês não sabiam se iriam voltar. Vocês finalizaram o seriado nas vossas cabeças?
R: Eu não fiz, mas deveria!
I: (Risos)
R: Para ser honesto eu meio que já estava pensando que iriamos voltar e ter outra temporada. Mas não foi um final inacabado (cliffhanger) tão inacabado como outros finais incabados (cliffhangers) são… o ônibus não colidiu. E a verdade é que eles fizeram um bom trabalho, pois se não tivessemos outra temporada o jeito que o seriado terminaria seria bem satisfatório. Mas sim nós saímos do ônibus 10 horas depois e é assim que a segunda temporada inicia.
E: SIM!
I: Eu penso que para mim, a primeira temporada me fez sentir bastante bem, eu já fiz outros seriados na altura e já tinha feito essas séries todas antes e eu nunca me tinha sentido tão confiante quanto me senti ao finalizar a primeira temporada de Imposters e eu não tinha dúvidas nenhumas na minha cabeça que iríamos ter outra temporada para finalizar melhor a trama do seriado… então eu não tive que finalizar na minha cabeça, eu finalizei no set.
R: Nas telas!
I: Claro.
E: Indo para a segunda temporada qual foi a maior questão que vocês tiveram sobre os seus personagens ou sobre a história em si?
I: A maior pergunta?
R: Sim, para mim o Ezra ao terminar a primeira temporada finalmente descobriu um prazer que ninguem, nem mesmo ele, sabia… uma prazer por golpes, enganar e roubar. E eu sempre fui curioso para saber o quão isso será explorado nesta próxima temporada. E agora ele está fugindo, ele não viu sua familia faz um tempo. E acho que é bem mais fácil se re-inventar quando vocês está sozinho e não tenho laços com ninguém da sua antiga vida. São as pessoas ao seu redor que mantêm você fiel a quem você realmente é. As pessoas vêm você de um certo jeito e quando as pessoas vêm vocês de um certo jeito é complicado alterar isso. E quando você não tem ninguem você consegue fazer isso facilmente e de uma forma bem mais divertida e acho que é aí que Ezra está no momento.
I: Para mim Maddie é uma pessoa que constantemente me ajuda a responder questões e lições do meu dia a dia e acho que essa é uma parte de eu interpretando ela. Tentar entender o porquê dela fazer aquilo que faz e eu tive imensas questões para ela, tenho a certeza disso.
E: A audiência está emplogada para descobrir tudo isso. 
I: Teremos um aprofundamente no passado de Maddie, um aprofundamente maior na história dela nesta temporada e muitas das minhas perguntas foram respondidas. E foi díficil, por vezes a verdade é bem díficil de escutar. Mas você entende, é dificil de perceber o porquê de uma pessoa se sente mais confortavel a fingir e sinto que tenho isso em comum com ela por isso preciso de perguntar a mesma pergunta a mim mesma e mesmo assim eu continuo sem perceber bem o porquê mas pelo menos estou no caminho de descobrir mais sobre isso.
E: Vocês como atores ao interpretar diferentes papeis vocês descobrem coisas sobre vocês próprios?
R: Sim, eu penso que sim. Porque cada papel que você interpreta é uma possivél pessoa que você poderia ter sido mas graças a deus…
I: (Risos)
R: …Os papeis são apenas uma circunstância pela qual estou passando num diferente tempo e situação. E sim vocês descobre, vocês desocbre quem poderia ter sido e que você pode vir a ser. E de novo eu tenho isso em comum com Ezra, uma vida já definida, alguém que não arriscava muito e era bem triste. E agora ele está descobrindo esse novo caminho e vendo que pode colocar diferentes máscaras. E enganar a confiança das pessoas. 
E: Nesta temporada nos conhecemos novos rostos, vocês podem falar um pouco sobre os vossos novos colegas de trabalho?
I: Bem, nós temos Paul Adelstein, que é também o produtor, o roteirista e o coração e alma por trás de Imposters. E ele entra no seriado como ator e me assusta completamente.
R: (Risos) E a audiência [também]!
E: (Risos) Sim, nós ficamos bastante apavorados.
I: Sim! E nós temos Laura.
R: Então Laura Archbold que é colômbiana, está morando em Los Angeles mas… ela é uma personagem excitante e empolgante.
I: Ela é maravilhosa! Eu tentei que eles não contratassem um ser humano tão lindo.
E: (Risos)
I: Mas não funcionou.
R: Ela é demasiado boa. E sabe? Todos os personagens tem alguém interessante e importante do seu passado. Richard tem um personagem bem interessante que você vê no primeiro episódio.
E: Eu gostaria de perguntar isso: Quando é que você sentem aquela coisa de: “Uau, eu estou realmente fazendo isso, estou arrasando!” Como ator ou simplesmente na vossa carreira.
R: Uau.
I: É uma pergunta bastante interessante e complicada também para eu responder pois eu nunca me encontro completamete satisfeita e para ser honesta é muito exaustivo isso mas na indústria que estou é díficil dar um passo a atrás e apreciar aquilo que alcanço quando eu finalmente consigo aquele trabalho que eu queria você fica tão faminto e empolgado para conseguir outro que você nem percebe o quão agradável foi conseguir ele. E eu penso que isso nunca termina, para mim ainda é um trabalho em progresso dizer: “Oh eu fiz aquilo!”
R: Porque você quer o respeito e a apreciação dos seus colegas e dos atores que você trabalhará. 
I: E depois é sobre a audiência, do sucesso do projeto e você meio que esquece aquilo que estava buscando.
(…)
R: É meio que assim nesta indústria você tem que ficar orgulhoso do seu trabalho mas não pode sair por aí se gabando e achando que este é o projeto da sua carreira porque isso tornará você incapaz de conseguir novos.
E: Eu adorei aquiloq que você falou sobre ter que ficar limitado meio que castigado. Deve ser tão dificil ser assim, vocês tem alguém ou algo que vocês fazem para se manterem assim?
R: Sim, meu amigo. Nós definimos algumas condições e uma delas é que se alguma vez eu começar a falar de uma forma diferente do meu habitual ele precisa imediatamente de me zoar e me humilhar.
I: Para mim é minha familia, ela nunca me deixará esquecer de onde eu vim. Meu pai tem um video dele a limpar meu rabo em criança e ele me envia esse vídeo e diz: “Está vendo essa m*rda?”
R: (Risos) Literalmente!
E: (Risos)
I: Literalmente, essa m*rda acontece (risos), se eu for a casa e nós [minha familia] estivermos sentados á mesa e todos estarem bebendo de um copo de plástico e eu apareço com um copo de vidro, eles ficam logo: “WOW HOLLYWOOD!!!”
R: (Risos) Sim, sim!
E: Eu adorei isso, agora uma pergunta que é totalmente o contrário: As pessoas quando vêm você na estrada elas perguntam algo como: “Maddie, porque você fez aquilo?”. Qual a coisa mais doida que as pessoas já disseram para você?
I: Você sabe o que é louco? E muito sobre o ônibus, é sempre sobre o ônibus… “MAS PORQUÊ? Porquê você não entrou no ônibus?” e eu fico tipo: “Eu não pego o ônibus, querida” (risos). Mas sabe o que eu recebo também? Homens vindo até mim, eles me cumprimentam e dizem: “Você pode levar meu dinheiro sempre que quiser”
R: Uauu!
I: Eles sempre fazem isso, sussurando, “Você pode fazer aquilo que quiser comigo” e eu fico tipo: “Okay! Vou fazer isso”
R: Sim! Isso é legal.
E: Eles devem pensar que estão sendo super inteligentes e você recebe isso a toda hora.
I: SIM! EU RECEBO ISSO TODA HORA!
R: Isso é tão hilário. Parker e eu tivemos algo assim também, nós estavamos em Nova Iorque e nós iamos ver Marianne, porque ela finalmente vive em Nova Iorque e ela nos convidou para jantar, e nós não sabiamos com ir então olhamos no Google Maps e mesmoa assim a gente se enganou na m*rda do caminho, nós fomos para outro metro e erramos tudo e fomos perguntando direções… tavamos suando e correndo a perguntar até que um cara se vira para nós e diz: “Vocês não são os imposters?” e nós ficamos assim: “Nós não poderiamos ser mais legais que isso (risos)” e o cara deve ter ficando desapontado com a gente tipo: “Pensei que vocês eram mais inteligentes”.
I: Vocês deviaram ter dito: “Sim, sim é para aí que o ônibus vai”.
R: Exatamente!
E: Você pode nos contar mais detalhes sobre a segunda temporada?
R: Não.
I: (Risos)
E: (Risos) Você é realmente bom, você não vaza [informações].
I: O que podemos te contar?
R: É sombria, certo?
I: É definitivamente mais sombria, eu penso que vai mais fundo no psicológico de cada personagem. 
R: Definitivamente!
I: Isso não é nada empolgante, não contamos nada demais.
R: Eu sei, nós ainda temos bastante comédia. Não perdemos esse lado. Pode ou não ter um novo interesse amoroso para Ezra!
I: Pode ou não ter um novo interesse amoroso para Maddie!
R: O que mais posso te contar? Tem bastantes pessoas irritados com os imposters, tem o doutor, o FBI, o Patrick que sofreu uma humilhação romântica e profissional no final da primeira temporada… por isso ele agora está bem irritado. 
I: Eu posso te contar que tem um golpe estilo Marilyn Monroe que acontece e eu posso ser Norma Jeane por um tempo e foi uma excelente fantasia.
E: Você pode nos dar mostrar a sua melhor linha de Marilyn Monroe?
(…)
R: (Risos)
E: (Risos) Eu adorei, você é ótima! Eu sinto que o seriado deve ser uma diversão.
R: E é, é complicado e puxado mas numa boa maneira.
E: Concerteza, as partes não sombrias!
R: Exatamente e nós nos damos bem genuinamente o que é um presente.
I: Nós tivemos muita sorte!
E: Own, penso que essa seja uma boa forma de finalizar, obrigada pelo seu tempo.

Fonte: iTunes: “Deepest, Darkest Secrets And Ghost Hunters (with James Kennedy, Racquel Leviss, Inbar Lavi and Rob Heaps)”
Tradução e Adaptação: Imposters Brasil

 

Inbar Lavi e Rob Heaps falam sobre a segunda temporada de Imposters com Decider

O web-site de notícias norte-americano, Decider, contou com uma entrevista a Inbar Lavi e Rob Heaps elaborada por Lea Palmieri, onde são discutidos bastantes informações sobre a segunda temporada de Imposters.

  • Nós encontramos alguns rostos novos desta vez, vocês perguntam sobre novos personagens? Vocês querem saber se devem confiar neles ou se querem manter uma pequena parte de seu personagem ingênuo sobre as pessoas que eles estão encontrando?

Rob: Para mim, não quero saber muito mais sobre os novos personagens. A incerteza é ótima, dá a você essa energia de tentar descobrir quais são os motivos de alguém. É fácil agir assim, não saber muito. O que é bom porque eles não nos dizem muito.

  • Houve perguntas que você queria que respondessem sobre a sua personagem e eles estavam nessa temporada?

Inbar: Eu penso que a segunda temporada definitivamente mergulha um pouco mais nisso, e para mim houve muitas perguntas que eu tive que responder na temporada passada para mim antes mesmo de abordar um personagem como Maddie. E na segunda temporada, algumas das perguntas foram respondidas e eram muito diferentes do que eu tinha pensado, então eu tive que descobrir um equilíbrio entre as duas versões que eu tinha. E sim, você definitivamente terá muito mais respostas. E mais perguntas também!

Rob: Ezra é o oposto de Maddie. Eu acho que muito do seu mistério está à sua frente e não no passado dele. Não há nenhum mistério real sobre de onde ele veio ou sobre sua vida, que é obviamente tão mundana, rotineira e chata. A grande coisa sobre Ezra é que ninguém sabe, pelo menos ele mesmo, para onde ele está indo e onde ele vai acabar nesse novo caminho em que ele está. Estou muito empolgado com a nova temporada, mas o que mais me impressionou é que todos os personagens foram aprimorados. Todos os personagens agora têm mais revelações sobre de onde vieram, sua família, sua história de fundo e, emocionalmente, há muito mais profundidade lá. Jules, Richard e Patrick, são todos mais detalhados. Espero que as pessoas realmente respondam a isso.

  • A primeira temporada foi mais uma introdução, houve alguma ação, mas agora estamos realmente entrando nesses personagens, indo mais fundo e vendo quem eles são. Parece um pouco mais vulnerável e até assustador desta vez?

Inbar: Absolutamente. Acho que para mim foi provavelmente o maior desafio da segunda temporada, manter o equilíbrio. Acho que parte do charme do seriado é o equilíbrio entre o drama e a comédia. Nossos roteiristas realmente entendem o doloroso absurdo da vida. Eu penso na vida quando alguém lida com uma crise, nós tentamos não afundar nela. Nós tentamos alcançar aqueles momentos mais leves. Eu acho que é a diferença entre os dois que é realmente interessante e é isso que provavelmente atrai nosso público.

Rob: Claro que sim. O jeito que o seriado é filmado, a paleta de cores, tudo está muito carregado de desgraças agora. A coisa sobre a nossa série é que a mesma está sempre mudando e de uma forma surpreendente… eu vi as cenas e ficarem emocionalmente sérias e de repente haverá uma linha de diálogo onde literalmente você fica: de onde veio isso? O público fica agarrado ao seriado, não apenas por conta dos termos do enredo, mas também por causa do tom.

  • Esta temporada começa um pouco mais leve do que na temporada passada (não é difícil, considerando que a primeira temporada começa com uma tentativa de suicídio). A segunda temporada se inclina um pouco mais na comédia ou devemos nos preparar porque a escuridão está chegando?

Inbar: Penso que a beleza do seriado, é que se trata de iuma série sobre golpes. Assim que você pensa que está indo a algum lugar, é melhor se preparar, porque haverá uma mudança. Eu sempre digo, confie nos seus instintos e depois esqueça deles.

  • Espero que nesta temporada possamos ver vocês dois compartilharem mais tempo na tela. Seus personagens se unirão?

Rob: Nossos caminhos podem se cruzar. Ezra e Maddie, agora têm uma relacionamento estranho. Ezra obviamente mudou um pouco antes do final da primeira temporada e Maddie viu isso e eu acho que ela até disse: “Você não é o mesmo cara que eu casei” e depois ele responde: “Não… obrigado por isso“. Há uma relação estranha lá e nem eu sei se é competitiva, sexual ou romântica. Os roteiristas não seriam tolos para não aproveitar ao máximo isso. Há algumas coisas boas chegando também.

  • Agora vamos falar sobre o co-criador do programa, Paul Adelstein. Ele está pulando para a frente da câmera desta vez e está interpretando um personagem novo, Shelly Cohen. Como foi a transição de trabalhar com alguém que você conhece e confia para ter cenas em que ele está jogando e perseguindo você?

Inbar: Primeiramente tenho deixar bem claro que estou trabalhando com Paul faz algum tempo. Mesmo quando eu tive uma folga nas filmagens de Imposters, eu comecei a trabalhar com ele em Prison Break. Então não há como escapar desse cara. Ele só aparece e eu adoro isso. Ele é um cara ótimo e um artista maravilhoso. Eu me sinto muito sortuda por trabalhar com ele tão perto. Nesta temporada ele aparece, seu personagem é tão maluco que eu realmente não sabia o que fazer a princípio. Eu pensei que ele estava brincando. Quando você vê na câmera, percebe que não importa o quão grande seja, funciona. É interessante, diferente e é muito assustador. Nós tivemos muita ação juntos. Há muita corrida acontecendo. Eu estava machucada por semanas depois de filmar aquela cena com ele. Espero que as pessoas gostem porque, cara, isso foi muito complicado.

 

  • Você se sentiu foda no momento [cena que estavam falando na pergunta anterior, onde Madie foge de Shelly… no trailer é possível ver ela] ou se sentiu exausta?

Inbar: Foi muito exaustiva. Nós filmamos isso em um dia inteiro. Nós filmamos as cenas de ação no dia anterior ou algumas horas antes. Meu corpo ficou acabado. Eu lembro que queria que fosse o mais autêntico possível, então eu estava tentando tirar do que quer que tenha sido na minha vida pessoal e da qual eu precisava fugir.

  • Eu sinto que isso me faria ter estranhos sonhos de ser perseguida, isso aconteceu com você?

Inbar: A segunda temporada para mim não foi fácil. Maddie para mim é como um espelho, entende? Um espelho do bem, mal e das suas imperfeições. Eu obviamente tenho muito em comum com ela e tive que me fazer muitas perguntas sérias que eu não poderia mais fugir. E isso me manteve acordada. Não foi fácil e ainda estou nessa jornada de autodescoberta com ela, mas ela já me ensinou bastante. Eu me sinto muito grata por isso.

  • Em sua mente, quando você está agindo especificamente para o seu personagem, você está se baseando num ponto em que você está tipo: “Eu sou Maddie, sou essa garota da Pensilvânia?” ou você está mergulhando em mentalidades completamente diferentes? Como isso funciona para você?

Rob: Eu acho que é por isso que o seriado ressoa muito bem. As pessoas assistem e podem se identificar. Especialmente agora com as redes sociais, todo mundo está apresentando uma versão de si para o mundo, assim como todos os personagens que estão nesta série. Aquela coisa da identidade realmente chega ás casas do público porque as pessoas realmente sentem isso agora. De um jeito bom e ruim. E você começa a perceber: estou perdendo contato com quem eu sou?

Inbar: Claro, eu não sou a Maddie. Eu não sou de Pensilvânia. Eu sou uma pessoa que finge ser outras pessoas para viver. Eu sou uma pessoa que se sente mais confortável quando finge. E isso definitivamente traz muitas perguntas. Por que é que? Do que estou me escondendo? Por que estou menos confortável em minha própria pele? Portanto, há muitas semelhanças.

  • Rob, e a sua impressão de Hugh Grant nesta temporada? Os roteiristas sabiam que você tinha esse talento e escreveram isso ou foi algo que eles escreveram e você teve que aprender?

Rob: Acho que isso surgiu no piloto em 2015, acredite ou não, porque Paul gosta muito de impressões e ele disse: “Faça uma impressão” e eu comecei a fazer uma impressão de Christopher Walken e ele me diz: “Não, todo mundo tem uma impressão de Christopher Walken. É aborrecido. Faça algo que só você possa fazer” e eu disse que podia fazer de Hugh Grant e depois ele respondeu que adorava. E então nós brincamos sobre Ezra ser disfarçado e ser uma pessoa britânica ou algo assim. Então eles escreveram isso. E senti essa pressão estranha que eu tive que fazer muito bem. Porque eu nem sabia, eu pensava, só os americanos acham isso engraçado? Eu fiz o meu melhor. Eu estava realmente brigando com a citação porque Adam Brooks queria: “Eu sou apenas um garoto, em frente de uma garota…” o que não é na verdade uma citação de Notting Hill e sim de Julia Roberts que diz: “Eu sou apenas uma garota em frente de um garoto…” e eu queria outra citação de Notting Hill, mas eles não me deixariam. Eles queriam aquela por ser mais famosa.

  • Há mais alguma coisa que surgiu na segunda temporada que realmente ajudou seu personagem a clicar com você, que fez você se sentir ainda mais ligado a ele?

Rob: Há consequências que vão atingir o lar de Ezra. Tanto quanto foi difícil na primeira temporada, foi divertido também. E isso era parte de sua jornada, ele era como: “Bom, estou me divertindo com isso” e ele gosta de seu novo estilo de vida e sua nova identidade, e o publico consegue ver essa diversão no México. E as consequências vão aparecendo. Quando eu li as cenas pela primeira vez, era sombrias e eu posso me identificar com isso em minha própria vida. Você sabe, você está se divertindo muito e sendo egoísta com frequência e então percebe que errou em outras coisas e para mim isso, chega. 

  • Nesta temporada, o seriado foi filmado no México e no Canadá. Qual foi alocalização que fez as coisas parecerem reais e super intensas para vocês?

Inbar: Bem, obviamente Rob foi para o México e eu não fui convidada [risos]… mas para mim, foi muito especial filmar nas Cataratas do Niágara. Eu nunca estive lá antes, mas filmando lá me senti especial para trabalhar em um lugar como esse. Mas o conceito veio do filme de Marilyn Monroe, Niagara. E eu tenho um pequeno momento de Marilyn que foi surreal.

Rob: Nós enviamos o convite, deve se ter perdido nos correios [risos]… México foi incrível. É real e muito vivido. Temos muitas coisas que foram filmadas e que aconteceram no dia. Artistas andando pela rua, um bando de cachorros correndo para o outro lado. Isso foi o tipo de coisa que aconteceu lá. Acho que Marianne até conheceu e depois adotou um cachorro perdido. A maneira como filmamos foi muito diferente. Foi ótimo!

Fonte: Decider: “‘Imposters’ Stars Explain Why Season 2 Kept Them Up At Night” | Tradução e Adaptação: Imposters Brasil

Criadores de Imposters falam sobre o rumo dos personagens ao longo da segunda temporada do seriado

Foi no recente criado grupo no Facebook, FBI: Friends Binging Imposters, pela Bravo que foi divulgado um video que conta com a presença de Paul Adelstein e Adam Brooks revelando os planos de cada um dos personagens na segunda temporada do seriado, que estreia a 5 de Abril.

  • Confira o video legendando pela nossa equipe:

Fonte: Facebook Group — Imposters: ‘FBI: Friends Binging Imposters’ | Tradução, Adaptação e Legendagem: Imposters Brasil
Inbar Lavi e Stephen Bishop comparecem ao The WIN Awards

Foi neste Domingo (11) que ocorreu em Los Angeles a 19.ª edição da premiação anual da Women’s Image Network, o The WIN Awards, na qual Inbar Lavi e Stephen Bishop marcaram presença.


Nela Stephen introduz sua colega Inbar ao palco para receber o prêmio ao qual estava indicada: ‘Melhor Atriz de Série Dramática’ (Actress Drama Series).

Segundo o twitter da premiação, a atriz agradeceu aos seus representantes, a sua mãe e aos organizadores do evento, porém através de seu Instagram Stories, agradeceu novamente:

E Bishop usou o seu Instagram também para parabenizar a colega: 

Ridiculamente homenageado por apresentar minha incrível parceria em #IMPOSTERS, @InbarLavi com o prêmio de ‘MELHOR ARTISTA FEMININA EM SÉRIE DRAMÁTICA’ do 19.º Women’s Image Awards. Você fez um trabalho incrível e dinâmico para ganhar este prêmio. Número 1.. Parabéns!!! Aqui para muitos mais 🍾🥂


  • Confira fotos em alta qualidade na nossa galeria: 
O ELENCO | THE CAST > INBAR LAVI > APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2018 > EVENTOS E PREMIAÇÕES > 11.02 | WIN AWARDS EM LOS ANGELES, CA (RED CARPET)

      

O ELENCO | THE CAST > INBAR LAVI > APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2018 > EVENTOS E PREMIAÇÕES > 11.02 | WIN AWARDS EM LOS ANGELES, CA (EVENTO)

      

O ELENCO | THE CAST > STEPHEN BISHOP > APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2018 > EVENTOS E PREMIAÇÕES > 11.02 | WIN AWARDS EM LOS ANGELES, CA (RED CARPET)

      

O ELENCO | THE CAST > STEPHEN BISHOP > APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2018 > EVENTOS E PREMIAÇÕES > 11.02 | WIN AWARDS EM LOS ANGELES, CA (EVENTO)

      

Marianne Rendón escalada para dar vida a Susan Atkins em projeto de Mary Harron, Charlie Says

Marianne Rendón está escalada para outro projeto com o britânico Matt Smith, desta vez Charlie Says, uma cinebiografia (anteriormente denominada como: ‘The Family’) que é inspirada em dois livros: ‘The Family’ de Ed Sanders (1971) e ‘The Long Prison Journey Of Leslie Van Houten’ de Karlene Faith (2001), que retrata a história do assassino Charles Manson, onde Rendón dará vida a Susan Atkins.

Este filme que ainda não tem data de estreia definida será apresentado no iminente Festival de Berlim, este mês, e será escrito por Guinevere Turner e realizado por Mary Harron, a autora de outro filme sobre um serial-killerPsicopata Americano e embora seja baptizado com o nome do homicida, este retratará o caso de três mulheres (Susan Atkins, Patricia Krenwinkel e Leslie Van Houten) condenadas à morte após o famoso caso de Manson, quando a pena de morte é retirada e elas encaram a vida na prisão e recebem visitas de uma jovem universitária que é encarregada da educação das mulheres, através dela, o filme mostra as transformações em suas vidas quando encaram a realidade dos crimes que cometeram. 

Além de Smith e Marianne, outros atores estarão no elenco, tais como Carla Gugino, Merritt Wever, Suki Waterhouse, Hannah Murray, Kayli Carter e Odessa Young.
Por fim, a produção do filme está encarregue da Roxwell Films e ocorrerá na primavera norte-americana (ou seja aqui no Brasil, seria o outono, de março a junho) em Los Angeles, CA.


Fonte: The Wrap: “Matt Smith To Play Charles Manson In ‘Charlie Says’ From ‘American Psycho’ Director” | Tradução e Adaptação: Imposters Brasil e (C7nema)

 

Data de estreia e prévias da segunda temporada de Imposters são divulgadas!

Após cerca de dez meses da decisão tomada pela Bravo acerca da renovação para uma segunda temporada de Imposters, esta finalmente ganhou uma data de estreia: 05 de Abril

  • Juntamente com a revelação da data de estreia da nova temporada, foram liberados também 3 novas prévias da mesma, confira todas legendadas:

Fonte: Bravo: “Imposters Returns For Season 2 This April: Get Your First Look At The Cons To Come” / Prévias: 1 ; 2 ; 3

Uma Thurman revela o porquê de estar furiosa em entrevista com o The New York Times

Foi no dia 3 de Fevereiro que Uma Thurman, que interpreta Lenny Cohen em Imposters, em reveladora entrevista com o The New York Times, conseguiu acusar Harvey Weinstein, a pessoa que mudou a vida dela completamente.

  • Confira a entrevista traduzida, abaixo:

Uma Thurman está furiosa.

Ela foi estuprada. Foi sexualmente agredida. Teve o corpo esmagado por aço quente.
Foi traída e manipulada psicologicamente por pessoas nas quais confiava.


E não estamos falando de seu papel da noiva ensanguentada em Kill Bill. Estamos falando de um mundo que é tão implacável, amoral, vingativo e misógino quanto qualquer cenário infernal de Quentin Tarantino. Estamos falando de Hollywood, onde mesmo um anjo vingativo tem dificuldade em conseguir respeito, muito menos satisfação sangrenta. Tarantino, fascinado, muitas vezes descreveu seu relacionamento com Thurman que o ajudou a conceber a ideia da noiva ensanguentada como uma lenda à moda de Alfred Hitchcock e Ingrid Bergman (com o acréscimo de um fetiche envolvendo pés). Por baixo do ouro do Oscar, porém, havia uma corrente tenebrosa que deformou o triângulo. ‘Pulp Fiction’ tornou Weinstein rico e respeitado, e Thurman diz que ele a apresentou ao presidente Barack Obama em um evento de levantamento de fundos, dizendo que ela era a razão por que ele tinha sua casa.

“O sentimento complicado que tenho em relação a Harvey é porque me sinto mal por todas as mulheres que foram atacadas depois de mim” — a atriz conta numa noite recente, angustiada em seu apartamento elegante no edifício River House, no East Side de Manhattan, enquanto fumava um cigarro eletrônico, tomava vinho branco e jogava embalagens vazias de pizza na lareira.

“Eu sou uma das razões por que garotas jovens entravam na sala dele sozinhas, como eu fazia. Quentin usou Harvey como produtor executivo de ‘Kill Bill’, um filme que simboliza o empoderamento feminino e todas aquelas ovelhinhas entraram no matadouro sem suspeitar nada porque estavam convencidas de que ninguém que chega a tal posição faria alguma coisa ilegal com elas, mas faria, sim!” — Thurman continua.

A atriz também destaca que a Creative Artists Agency, da qual era cliente no passado, está ligada ao comportamento predatório de Weinstein, desde então a agência se desculpou publicamente.

“Sou tanto uma pessoa que foi sujeita a isso quanto uma pessoa que na época fez parte do acobertamento. É uma divisão estranhíssima” — Thurman diz.

Com um ar sarcastico ela fala sobre o poder dado por ‘Pulp Fiction’ e nos lembra que o filme está na Biblioteca do Congresso e virou parte da narrativa americana.
Perguntada sobre o escândalo que ocorreu em Outubro, quando estava no tapete vermelho da premiere de sua peça na Broadway: ‘The Parisian Woman’, uma intriga sobre uma mulher glamurosa em Washington, escrita por Beau Willimon (criador de ‘House Of Cards’). 

Usei a palavra raiva, mas, para falar a verdade, estava mais com medo de chorar, não era a primeira a trazer à tona uma história que sabia ser verdadeira. O que você viu ali, na realidade, foi uma pessoa que queria ganhar tempo” — A atriz com uma expressão inflexível, conta que estava esperando para que sua raiva acalmasse um pouco antes de falar sobre o assunto.

No Dia de Ação de Graças, a atriz começou a desembainhar sua espada de Hattori Hanzo, postando no Instagram uma foto de seu monólogo com fúria de vingança e desejando a todos um feliz feriado (‘Menos a você, Harvey, e todos os seus conspiradores perversos. Acho ótimo que está indo devagar, você não merece uma bala. Fique ligado’).

Esticando seu corpo esbelto num sofá de veludo marrom diante da lareira acesa, Thurman conta sua história, interrompida de vez em quando por sua filha de cinco anos que estava de pijama, mastigando um pepino cru. Os outros dois filhos da atriz com Maya, que é atriz, e Levon, estudante secundarista, também passam pela sala rapidamente.

Em entrevistas dadas ao longo dos anos, Thurman demonstrou uma atitude calma, mesmo quando falava de seu rompimento doloroso com Hawke. (Seu primeiro casamento, com Gary Oldman). Mas, por baixo dessa reserva e dessa aura dourada, ela aprendeu a ser uma lutadora de rua.

Em sua grande e elegante sala há um grande Buda dourado de seus pais em Woodstock. Seu pai, Robert Thurman, é professor budista de estudos indo-tibetanos em Columbia e acha que Thurman é uma deusa reencarnada.

Thurman conta que quando tinha 16 anos e vivia numa quitinete em Manhattan e começando sua carreira no cinema, foi a um clube numa noite de inverno e conheceu um ator, quase 20 anos mais velho, que a coagiu mais tarde quando eles foram à casa dele em Greenwich Village para um último drink.

“Acabei me submetendo, tentei dizer ‘não’, chorei, fiz tudo o que pude. Ele me disse que a porta estava trancada, mas não cheguei a tentar abri-la. Lembro que quando cheguei em casa, me olhei no espelho, olhei minhas mãos e fiquei furiosa porque não estavam ensanguentadas ou machucadas. Uma coisa desse tipo empurra o ponteiro da balança em uma direção ou outra, certo? Você se torna mais submissa ou menos submissa. Acho que eu fiquei menos” — Ela recorda.

Ela conheceu Harvey Weinstein e a sua primeira mulher, Eve, depois de ‘Pulp Fiction’:

“Eu já o conhecia bem antes de ele me atacar, ele passava horas conversando comigo sobre materiais, elogiando minha inteligência, me valorizando. Talvez por conta disso eu não tenha prestado atenção aos sinais. Ele era o meu defensor, nunca fui uma queridinha dos estúdios, ele sempre controlava o tipo de filmes e diretores que eram certos para mim” — A atriz conta.

As coisas não demoraram para saírem dos trilhos numa reunião num quarto de hotel com Harvey em Paris:

“Eu não percebi nada do que ia acontecer, não me senti ameaçada, apenas achei que ele estava sendo super idiossincrático, como se fosse um tio excêntrico, meio maluco” — Thurman fala a respeito da reunião onde estavam discutindo sobre um roteiro até que Harvey aparece de robe vestido.

Weinstein pediu para que ela o acompanhasse até um corredor, ela lhe disse que havia um saguão para que eles pudessem continuar a conversar:

“Então eu o segui por uma porta, e era uma sauna. Eu estava usando roupa de couro preto: botas, calças, jaqueta, … Estava quentíssimo, e eu disse: ‘Isto é ridículo, o que você está fazendo?’ e ele ficou impaciente e furioso e saiu correndo” — Ela recorda.

O primeiro ataque, aconteceu pouco depois disso, na suíte de Weinstein no hotel Savoy, em Londres:

“Foi um choque tremendo. Ele me empurrou para baixo. Tentou se jogar em cima de mim. Tentou se expor. Ele fez várias coisas desagradáveis. Mas não chegou a realmente me forçar. Você fica como um bicho, se esgueirando para fugir, como uma lagartixa, eu estava fazendo tudo que podia para recolocar o trem nos trilhos. Meus trilhos. Não os trilhos dele” — Thurman revela.

Ela estava hospedada em Fulham, na zona oeste de Londres, com sua amiga Ilona Herman, que foi durante anos a maquiadora de Robert de Niro e mais tarde trabalhou com Thurman em ‘Kill Bill’.
No dia seguinte, um buquê vulgar de rosas, com mais de um metro de largura, chegou à casa dela, a atriz conta:

“Eram amarelas, quando abri o cartão, era como uma fralda suja … dizia apenas: ‘Você tem ótimos instintos’” — Thurman diz.

Depois do acontecimento, as assistentes de Weinstein começaram a chamar a atriz de novo para falar sobre novos projetos. Ela achou que poderia confrontar Weinstein e colocar tudo em pratos limpos, mas desta vez levou Ilona Herman com ela e pediu a Weinstein que a encontrasse num bar. As assistentes tinham sua coreografia própria, que usavam para atrair atrizes para a teia da aranha, e elas pressionaram Thurman, colocando Weinstein no telefone para dizer novamente que tinha sido um mal-entendido e que tinham muitos projetos juntos. Finalmente ela concordou em ir para o andar superior, enquanto Herman esperava num sofá ao lado dos elevadores. Thurman diz que, depois que as assistentes sumiram, ela avisou Weinstein:

“Se você fizer comigo o que fez com outras pessoas, vai perder sua carreira, sua reputação e sua família, prometo!” — Ela afirma.

No térreo do hotel, Ilona Herman estava ficando ansiosa:

“Parecia que estava demorando uma eternidade! E finalmente a porta do elevador se abriu e Thurman saiu. Ela estava muito descabelada, estava nervosíssima e estava olhando sem expressão alguma. Seus olhos estavam descontralados tal como ela. Eu a enfiei dentro de um táxi e voltamos para minha casa. Ela tremia imenso!” — Herman conta.

Herman também recorda que, quando Thurman conseguiu falar de novo, revelou que Harvey Weinstein tinha ameaçado acabar com a carreira dela.
Através de um porta-voz, Weinstein negou ter ameaçado as perspectivas profissionais de Thurman e disse que a considera uma atriz brilhante. Ele reconheceu que o relato que ela fez dos episódios é correta, mas disse que, até o incidente na sauna em Paris, eles tiveram uma relação de trabalho divertida e marcada por um clima de flerte.

O senhor Weinstein admite que flertou com Uma Thurman na Inglaterra depois de ter interpretado erroneamente os sinais dela em Paris. Ele pediu desculpas imediatamente — Diz o comunicado. 

Thurman diz que, apesar de estar no meio de uma série de projetos para a Miramax, a partir daquele momento passou a enxergar Weinstein como um inimigo, mas claro sem dizer isso a ninguém. Um alto executivo de Hollywood que conhecia os dois disse que a relação de trabalho entre eles continuou, mas que, basicamente, ela não falava mais com ele da mesma forma. Thurman diz que podia tolerar o magnata em ambientes supervisionados e que imaginou que tivesse passado da idade dos alvos favoritos de ataque de Weinstein.
Em setembro, ela foi a uma festa que Weinstein promoveu para comemorar o noivado de Tarantino com a cantora israelense Daniella Pick. Respondendo a perguntas sobre as revelações de Thurman, Weinstein enviou seis fotos dele com ela em poses amigáveis em premières e festas ao longo dos anos.

E isso nos conduz à ‘questão Quentin’ — Palavras da atriz.

A hostilidade entre Weinstein e Thurman contaminou a parceria criativa dela com Tarantino.
Casada com Ethan Hawke, com uma filha bebê e um filhinho a caminho, Thurman foi ao festival de cinema de Cannes em 2001 e diz que, depois de um jantar, Tarantino observou que ela estava pouco à vontade com Weinstein e isso era um problema, já que eles estavam prestes a filmar ‘Kill Bill’.
Ela diz que lembrou Tarantino que já havia lhe contado sobre o incidente no Savoy, mas que ele provavelmente fez pouco caso, dizendo algo do tipo:

”Coitado de Harvey, tentando seduzir garotas que ele não pode ter — Palavras de Tarantino, na memória de Thurman.

Mas ela o lembrou disso outra vez, e finalmente ele entendeu, ele enfrentou Harvey e perguntou sobre o assunto — a atriz conta.
Mais tarde, ao lado da piscina do luxuoso Hotel onde Thurman estava hospedada, Weinstein disse que estava magoado e surpreso com as acusações dela e ela então reiterou com firmeza o que acontecera em Londres.

”Em dado momento, o olhar dele mudou, e ele passou de agressivo a envergonhado e depois pediu desculpas. Eu fui embora espantada, pensando: ‘Okay, recebi meu pedido dedesculpas fajuto’ — Ela conta. 

Weinstein confirmou na sexta-feira que pediu desculpas à atriz, uma admissão incomum vinda dele, levando Thurman a observar ironicamente:

”A terapia deve estar funcionando para ele — A atriz fala, com um ar zangado.

Desde que as revelações sobre Harvey Weinstein vieram a público, no ano passado, Uma Thurman vem revivendo seus encontros com ele e um incidente assustador ocorrido no set de ‘Kill Bill’ no México a fez sentir que tinha sido pega totalmente de surpresa em seu ponto cego, como a noiva no filme, e ter ficado tão determinada quanto ela a conseguir sua desforra. Faltando quatro dias para o final, depois de nove meses de filmagens da saga sádica, pediram a Thurman que fizesse algo que a levou a dizer não.

Na cena famosa em que ela dirige o conversível azul a caminho de ir matar Bill, a mesma cena que ela postou no Instagram no Dia de Ação de Graças, pediram-lhe que ela própria conduzisse o carro. Mas, ela diz, um motorista a levara a entender que o carro, que tinha sido reconfigurado de um câmbio manual para câmbio automático, talvez não estivesse funcionando muito bem e ainda diz que insistiu que não se sentia à vontade conduzindo o carro e preferia que a dublê o fizesse. Os produtores dizem que não se recordam de Thurman ter feito alguma objeção.

”Quentin veio ao meu trailer e, como qualquer diretor, não gostou de ouvir um ‘não’, ele estava muito furioso porque eu lhes tinha custado muito, mas eu estava com medo e ele me disse: ‘Prometo que o carro está ótimo, esse trecho da estrada é uma reta’, ele me persuadiu a fazer a cena e me instruiu também: ‘Acelere até 65 km/h, senão seu cabelo não vai voar do jeito certo e eu vou obrigar você a refazer toda a cena!’. Mas aquele carro era uma armadilha mortal, o assento não estava parafusado direito, a estrada era de areia e não era reta” — Thurman recorda.

Tarantino se negou a dar declarações sobre o assunto, então Thurman nos mostrou imagens que conseguiu apenas após 15 anos do incidente.

”Resolvendo meu próprio mistério, como Nancy Drew!” — Ela fala.

A cena aparece sob a perspectiva de uma câmera montada na parte traseira, é assustador ver Thurman se debatendo enquanto o carro sai da estrada e bate numa palmeira. Seu corpo contorcido se mexe, impotente, até que membros da equipe técnica aparecem no quadro para puxá-la para fora do veículo batido. Tarantino se debruça na direção dela, e Thurman abre um sorriso de alívio quando percebe que consegue ficar em pé por um instante.

”A direção estava na minha barriga, e minhas pernas estavam presas debaixo de mim, senti uma dor imensa e pensei: ‘Meu Deus, nunca mais vou conseguir caminhar’. Quando voltei do hospital com um suporte de pescoço, com meus joelhos machucados, um galo imenso na cabeça e um traumatismo craniano, eu quis ver o carro e fiquei muito abalada. Quentin e eu tivemos uma briga tremenda, e eu o acusei de tentar me matar. Ele ficou furioso com isso, acho que compreensivelmente, porque ele não achou que tivesse tentado me matar” — Thurman revela.

Embora o casamento deles estivesse indo mal, Ethan Hawke deixou imediatamente o set de fimagens, e embarcou num avião para ficar ao lado de sua mulher.

”Tive uma conversa muito séria com Quentin e me disse que tinha deixado Thurman na mão, como diretor e como amigo” — Hawke disse á atriz.
”Cara, ela é uma grande atriz, não uma pilota e dublê, e você sabe disso!” — Ele [Ethan Hawke] respondeu. 

Duas semanas após o acidente, depois de tentar ver o carro e as imagens do incidente, Thurman mandou seu advogado enviar uma carta à Miramax apresentando um relato resumido do que aconteceu e reservando-se o direito de processar a empresa. A Miramax ofereceu-lhe mostrar as imagens se ela assinasse um documento isentando-os de quaisquer consequências por meu sofrimento futuro, porém ela não o fez.

Thurman relata também que sua relaçao com Tarantino ficou abalada:

”Passamos anos numa briga terrível, então tivemos que divulgar os filmes. Era toda uma situação altamente instável. Tivemos uma briga tremenda, em Nova Iorque, em 2004, aos gritos, berrando um com o outro porque ele não me deixava ver as imagens. Ele me disse que foi a decisão que todos eles tinham tomado” — A atriz explica.

Hoje, tantos anos após o acidente, inspirada pela prestação de contas pela violência cometida contra mulheres, revivendo sua própria desumanização até chegar perto da morte no México e furiosa pelo fato de não ter havido mais repercussões legais para Weinstein, Thurman diz que entregou o resultado de suas próprias investigações à polícia e intensificou a pressão para persuadir Tarantino a lhe dar as imagens do acidente.

”Quentin finalmente reparou o erro, me dando as imagens depois de 15 anos, certo? Não que isso tenha importância agora, com meu pescoço permanentemente lesionado e meus joelhos arrebentados” — Ela fala.

Os aficionados de Tarantino enxergam um eco do acidente de Thurman em seu filme: ‘Death Proof’ de 2007, produzido por Harvey Weinstein, dirigido por Quentin Tarantino e estrelado pela dublê de Thurman, Zoë Bell. Mulheres jovens, incluindo Rose McGowan loira, morrem de várias maneiras no filme, inclusive por serem jogadas contra um para-brisa.

Sentada ao lado da lareira na segunda noite em que conversamos até as 3h da manhã, as lágrimas começam a escorrer pelo rosto de Thurman, que as enxuga.

”Quando eles se voltaram contra mim depois do acidente, passei de ser uma atriz e colaboradora criativa para ser uma ferramenta quebrada” — Thurman confessa.

Thurman diz que em ‘Kill Bill’, o próprio Tarantino fez as honras com alguns toques sádicos, cuspindo no rosto dela na cena em que Michael Madsen.

”Harvey me atacou, mas isso não me matou, o que realmente me afetou no acidente foi o fato de ter sido um golpe muito baixo. Até aquele momento eu já tinha passado por tantos anéis de fogo. Eu realmente sempre tinha sentido uma ligação com o bem maior no meu trabalho com Quentin, e quase tudo que eu deixei que me acontecesse e no qual participei foi como uma espécie de briga horrível na lama com um irmão muito furioso. Mas pelo menos eu tinha alguma voz nisso, sabe?” — A atriz afirma, dizendo também que não se sentiu desconfortável com nada daquilo, até ao acidente.

”Pessoalmente, levei 47 anos para deixar de chamar de ‘apaixonadas por mim’ às pessoas que eram muito más comigo. Levou muito tempo pois acho que, quando somos garotinhas, somos condicionadas a pensar que existe alguma ligação entre crueldade e amor. Essa é a era que precisamos deixar para trás” — Thurman finaliza, com um ar de alívio. 


Fonte: The New York Times: “This Is Why Uma Thurman Is Angry” | Tradução e Adaptação: Imposters Brasil / Clara Allain (Folha de S. Paulo)

Inbar Lavi e Paul Adelstein estampam a capa da ediçao de Fevereiro da Real Style

Inbar Lavi é a mais nova capa de Fevereiro da Real Style, a edição em questão traz uma exclusiva com a atriz e ainda conta com um artigo sobre Paul Adelstein, o criador, produtor e roteirista de Imposters.


Apresentando inbar lavi

De lavar pratos em Israel para atriz principal de uma série em Hollywood. Quando ouvimos a voz doce de Inbar Lavi pelo telefone em Los Angeles, detectamos um pequeno sotaque israelense e claro, isso não nos surpreende. Aos 31 anos, a protagonista de Imposters passou quase metade de sua vida nos Estados Unidos. Lavi vem da região de Ramat Gan, que fica a oeste de Tel Aviv, em Israel. Ela deixou o lar um pouco antes de completar 17 anos. Agora, Janeiro de 2018, Inbar Lavi está estrelando como Maddie, na série de comédia negra Imposters, que retorna com a emissora Bravo para uma segunda temporada nesta primavera.

Mas o que fez Inbar Lavi sair de sua cidade natal para se aventurar nas luzes das câmeras de Hollywood? A estrela ri enquanto reflete sobre sua jornada. Sua viagem, a qual foi complicada, foi um avião de Israel direto para Hollywood. Seu primeiro objetivo foi ir atrás de seu lendário sonho americano: “O estereótipo de Nova York estava preso em minha cabeça. Era onde eu me via quando me imaginava fazendo algo”, ela conta.
Olhando para trás, Lavi está impressionada com sua audácia em uma idade tão jovem: “Foi tão desafiador, assustador e emocionante. Não sei se eu teria a coragem de fazer esse tipo de coisa agora que sou mais velha. Naquela época, eu tinha mais fé e por isso vim até aqui”, ela acredita.
Inbar descobriu sua paixão pela atuação depois de estudar balé e dança contemporânea em casa: “Eu tenho um grande espaço para a dança em meu coração. Ela me ensinou tudo o que sei sobre desempenho no palco, disciplina e técnica. Isso me ensinou muito fisicamente e ainda a uso quando estou atuando meus personagens. A dança só não ultrapassa o amor que sinto pelo cinema e TV”, ela revela.
Falando sobre amor, Inbar Lavi está apaixonada pelo seu papel em Imposters, Maddie, ela se identifica muito com ela e com seus álter egos, embora Lavi seja muito honesta e não tenha se casado com vários homens, há muitas semelhanças: “Sempre me sinto atraída por personagens que tenho alguma dificuldade para interpretar logo de cara. Por um lado, Maddie tem um desejo enorme por escapar, mas por outro lado, ela quer desesperadamente ficar. Eu fiquei muito interessada nesse conflito, e eu me relaciono muito com isso, assim como muitas pessoas na vida”, explica ela.
Para uma pessoa que afirma amar a ideia de escapar, Inbarparece ter encontrado seu lugar em Los Angeles, mas não esqueceu quem ela é, e de onde veio. A atriz possui muito orgulho de seu patrimônio cultural e cita a atriz Natalie Portman como exemplo para ela, nos últimos anos, Hollywood viu um grande fluxo de atrizes do mesmo país de origem de Inbar Lavi, que inclui Gal Gadot: “É inspirador. É uma imagem tão forte que me deixa muito orgulhosa e essa é a recompensa de um trabalho muito duro”.
A comédia é um de seus gêneros preferidos e diz que adoraria atuar com a estrela da comédia, Steve Carell. Inbar estrelou na série da MTV chamada Underemployed como Ravina, que é mãe e sonha em ser cantora e depois no drama da emissora TNT em The Last Ship com um papel de um membro da Marina dos Estados Unidos.
Assim como nas telas, Inbar acredita no empoderamento feminino: “Assim como nas séries que fiz, as mulheres fortes existem, todas essas mulheres que fiz possuem qualidades fortes e sensíveis, assim como nós mulheres na vida real”.
Inbar não consegue esconder seu lado sensível quando perguntamos sobre sua família: “Eu vou para lá o tempo todo. Tento ir o máximo que posso. Minha mãe veio para cá mesmo sendo um vôo tão longo e cansativo, mas vale a pena”.
A atriz também afirma ter uma relação de amor e ódio com as redes sociais, apesar de estar sempre de olho e fazer um nome para si mesmo em Hollywood, há uma parte de Lavi que permance forte à suas raízes: “Meus familiares me inspiram na forma que me visto também. Quando fui para Marrocos, comprei vários tecidos que minha vó pendurava pela casa e costurei para usá-los. É a mesma coisa quando vou para o Mercado de Pulgas em Israel. Adoro essa ideia de reciclagem que temos em Israel”.
Lavi visitou Marrocos recentemente, onde ela estava filmando a série Prision Break, que vai ao ar na emissora FOX: “Isso me reconectou com minhas raízes. Foi o presente mais bonito que um trabalho já me deu”, revela ela.
Sobre o Dia dos Namorados, perguntamos como ela planeja passar a ocasião: “Para mim, 14 de Fevereiro é um dia para comemorar todos os tipos de amor: O romântico, familiar e o amor próprio”.
Terminamos perguntando o que ela admirava nas pessoas e ela nos respondeu: “Minhas amigas e irmãs são bagunceiras. Minha mãe é o dobro de bagunceira. E é isso que amo nelas. Acho que nossas falhas são o que nos torna belos”.

A atriz fechou a capa e o recheio da edição de Fevereiro da Real Style, vestida pela editora de moda da revista Adena Rohatiner, maquiada por Elie Maalouf e com o cabelo feito por Michael Kanyon. 

O ELENCO | THE CAST > INBAR LAVI > ENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > 2018 > REAL STYLE – (GILLES TOUCAS)

  


A revista também conta com um breve artigo acerca de Paul Adelstein, um dos criadores, produtores e roteiristas de Imposters, onde conheçemos um pouco mais sobre o seu trabalho e o papel desempenhado por ele na segunda temporada do seriado.


Apresentando paul adelstein

Com sua última série, Paul Adelstein vai para os bastidores, como escritor da nova série de comédia da emissora Bravo, Imposters. Você pode conhecer Paul Adelstein por seus papéis em Prison Break e Scandal, mas o ator de 48 anos tem um novo papel nos bastidores como showrunner. Adelstein é o co-criador da série de comédia negra Imposters, que retorna esta primavera na Bravo para a sua segunda temporada. Ele estará no seriado como Shelly Cohen, ex-marido de Lenny Cohen, interpretada por Uma Thurman. Vestido com ternos requintados e estrelando ao lado de nossa capa glamourosa, Inbar Lavi, Adelstein, nascido em Chicago, está lançando novos caminhos com Imposters. Nós conversamos com o ator sobre a vida como um showrunner, sua inspiração para as histórias e sobre o seu nova série.

  • O que você faz como showrunner?

Um showrunner geralmente tem uma posição de escrita, uma posição de roteirista principal, mas, eu estou no comando da produção. Faço um pouco de tudo. Desde de escrever a série, lançar, supervisionar o foco dela, dirigir até editar e colocar o seriado no ar. Nós também somos co-criadores. Eu sou um ator, principalmente. Eu não estive na série no ano passado, mas eu estou este ano, na segunda temporada.

  • Qual parte você gosta mais?

Eu comecei sendo ator, e aí vieram com escrita e direção. Se você está interessado e passa muito tempo em um ambiente cinematográfico, você começa a fazer perguntas e demonstrar curiosidade. Foi assim que comecei a aprender e fazer essas coisas. Quando trabalhei com Adam Brooks, ele estava dirigindo o piloto de Girlfriends’ Guide To Divorce. A Universal veio com uma ideia conjunta e aí começamos. Fizemos a primeira temporada de Imposters e agora a segunda… O legal de ser diretor, é que você é responsável pelo seus e pelo erro dos outros. Há vantagens e desvantagens, mas Adam é um grande parceiro e temos a mesma visão e estamos aguentando passar por todos os tipos de desafios.

  • Conte-nos sobre o seu personagem na série Imposters.

Meu nome é Shelly Cohen e sou meio que um consertador, significa que quando as coisas dão errado com os vigaristas, o grande chefe envia o Shelly e a Lenny Cohen para consertar as coisas.

  • Inbar Lavi está fazendo uma personagem na qual podemos relacionar com a vida real, é algo bem interessante.

Obviamente, essa é uma versão extrema do que todos estão fazendo em suas próprias vidas. Principalmente, falando sobre mídias sociais e a internet. Agora você pode inventar uma pessoa que você apresenta ao mundo o tempo todo. Existe uma versão mais sofisticada de inventar coisas e personalidades. Somos uma personalidade; Nós somos invenções, até um certo ponto. O personagem de Inbar é tão bom em ser essas pessoas diferentes: o que acontece quando você realmente se apaixona, então? Você quer saber se está se enganando? Quando ela se apaixona por Patrick na primeira temporada, há esta questão de: “Estou no trabalho ou estou realmente fazendo isso fora do trabalho?” A segunda temporada explora isso um pouco. Você vê Ezra e os outros dois, Richard e Jules. Eles se tornam bons nisso. É emocionante no início, mas depois vem com consequências. Se você se vê como um vigarista em um determinado nível elevado, o que isso faz com você?

  • Como você inventou a história?

Quando você tem um grupo inteligente, criativo e desafiador em uma sala, é fácil.

  • Você criou uma história super criativa!

Uma das grandes coisas sobre trabalhar com Adam, que vem do mundo das funcionalidades, é que pensamos que há um grande número de pessoas que irão perguntar: “Sobre o que é isso?” Adam e eu passamos muito tempo falando sobre isso antes de lançarmos o piloto, até mesmo antes do piloto e até antes da segunda temporada. Sabemos que estamos contando uma história sobre uma vigarista, mas sobre o que é realmente? Assim como nossos filmes favoritos, que são sobre identidades, troca de identidades e pessoas que estão fingindo serem outras pessoas. Isso fala sobre identidade, e que você pode conhecer a pessoa que ama e se apaixonar, mas também você pode estar fingindo… Até certo ponto, há algo de bom nisso? Queríamos explorar todas essas coisas, mesmo que estejamos fazendo essa comédia sombria de lado mais leve.

Fonte: Real Style Magazine: February 2018 | Tradução e Adaptação: Imposters Brasil


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