Inbar Lavi e Rob Heaps falam sobre Imposters com Megan e Rachel do podcast da emissora Bravo: “The Daily Dish”

Foi no podcast: “The Daily Dish” da emissora Bravo que foi divulgada uma entrevista a Inbar Lavi e Rob Heaps onde estes falam acerca da segunda temporada de Imposters e como é a vida na industria cinematográfica, realizada por Megan e Rachael.

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COMEÇA A 20:09

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  • Confira a transcrição adaptada e traduzida:

E: Bem, eu estou aqui com Inbar Lavi e Rob Heaps de Imposters. Então, parabéns pela segunda temporada! 
R: Obrigado!
I: Obrigada!
E: Ano passado terminamos com esse final inacabado (cliffhanger) e vocês não sabiam se iriam voltar. Vocês finalizaram o seriado nas vossas cabeças?
R: Eu não fiz, mas deveria!
I: (Risos)
R: Para ser honesto eu meio que já estava pensando que iriamos voltar e ter outra temporada. Mas não foi um final inacabado (cliffhanger) tão inacabado como outros finais incabados (cliffhangers) são… o ônibus não colidiu. E a verdade é que eles fizeram um bom trabalho, pois se não tivessemos outra temporada o jeito que o seriado terminaria seria bem satisfatório. Mas sim nós saímos do ônibus 10 horas depois e é assim que a segunda temporada inicia.
E: SIM!
I: Eu penso que para mim, a primeira temporada me fez sentir bastante bem, eu já fiz outros seriados na altura e já tinha feito essas séries todas antes e eu nunca me tinha sentido tão confiante quanto me senti ao finalizar a primeira temporada de Imposters e eu não tinha dúvidas nenhumas na minha cabeça que iríamos ter outra temporada para finalizar melhor a trama do seriado… então eu não tive que finalizar na minha cabeça, eu finalizei no set.
R: Nas telas!
I: Claro.
E: Indo para a segunda temporada qual foi a maior questão que vocês tiveram sobre os seus personagens ou sobre a história em si?
I: A maior pergunta?
R: Sim, para mim o Ezra ao terminar a primeira temporada finalmente descobriu um prazer que ninguem, nem mesmo ele, sabia… uma prazer por golpes, enganar e roubar. E eu sempre fui curioso para saber o quão isso será explorado nesta próxima temporada. E agora ele está fugindo, ele não viu sua familia faz um tempo. E acho que é bem mais fácil se re-inventar quando vocês está sozinho e não tenho laços com ninguém da sua antiga vida. São as pessoas ao seu redor que mantêm você fiel a quem você realmente é. As pessoas vêm você de um certo jeito e quando as pessoas vêm vocês de um certo jeito é complicado alterar isso. E quando você não tem ninguem você consegue fazer isso facilmente e de uma forma bem mais divertida e acho que é aí que Ezra está no momento.
I: Para mim Maddie é uma pessoa que constantemente me ajuda a responder questões e lições do meu dia a dia e acho que essa é uma parte de eu interpretando ela. Tentar entender o porquê dela fazer aquilo que faz e eu tive imensas questões para ela, tenho a certeza disso.
E: A audiência está emplogada para descobrir tudo isso. 
I: Teremos um aprofundamente no passado de Maddie, um aprofundamente maior na história dela nesta temporada e muitas das minhas perguntas foram respondidas. E foi díficil, por vezes a verdade é bem díficil de escutar. Mas você entende, é dificil de perceber o porquê de uma pessoa se sente mais confortavel a fingir e sinto que tenho isso em comum com ela por isso preciso de perguntar a mesma pergunta a mim mesma e mesmo assim eu continuo sem perceber bem o porquê mas pelo menos estou no caminho de descobrir mais sobre isso.
E: Vocês como atores ao interpretar diferentes papeis vocês descobrem coisas sobre vocês próprios?
R: Sim, eu penso que sim. Porque cada papel que você interpreta é uma possivél pessoa que você poderia ter sido mas graças a deus…
I: (Risos)
R: …Os papeis são apenas uma circunstância pela qual estou passando num diferente tempo e situação. E sim vocês descobre, vocês desocbre quem poderia ter sido e que você pode vir a ser. E de novo eu tenho isso em comum com Ezra, uma vida já definida, alguém que não arriscava muito e era bem triste. E agora ele está descobrindo esse novo caminho e vendo que pode colocar diferentes máscaras. E enganar a confiança das pessoas. 
E: Nesta temporada nos conhecemos novos rostos, vocês podem falar um pouco sobre os vossos novos colegas de trabalho?
I: Bem, nós temos Paul Adelstein, que é também o produtor, o roteirista e o coração e alma por trás de Imposters. E ele entra no seriado como ator e me assusta completamente.
R: (Risos) E a audiência [também]!
E: (Risos) Sim, nós ficamos bastante apavorados.
I: Sim! E nós temos Laura.
R: Então Laura Archbold que é colômbiana, está morando em Los Angeles mas… ela é uma personagem excitante e empolgante.
I: Ela é maravilhosa! Eu tentei que eles não contratassem um ser humano tão lindo.
E: (Risos)
I: Mas não funcionou.
R: Ela é demasiado boa. E sabe? Todos os personagens tem alguém interessante e importante do seu passado. Richard tem um personagem bem interessante que você vê no primeiro episódio.
E: Eu gostaria de perguntar isso: Quando é que você sentem aquela coisa de: “Uau, eu estou realmente fazendo isso, estou arrasando!” Como ator ou simplesmente na vossa carreira.
R: Uau.
I: É uma pergunta bastante interessante e complicada também para eu responder pois eu nunca me encontro completamete satisfeita e para ser honesta é muito exaustivo isso mas na indústria que estou é díficil dar um passo a atrás e apreciar aquilo que alcanço quando eu finalmente consigo aquele trabalho que eu queria você fica tão faminto e empolgado para conseguir outro que você nem percebe o quão agradável foi conseguir ele. E eu penso que isso nunca termina, para mim ainda é um trabalho em progresso dizer: “Oh eu fiz aquilo!”
R: Porque você quer o respeito e a apreciação dos seus colegas e dos atores que você trabalhará. 
I: E depois é sobre a audiência, do sucesso do projeto e você meio que esquece aquilo que estava buscando.
(…)
R: É meio que assim nesta indústria você tem que ficar orgulhoso do seu trabalho mas não pode sair por aí se gabando e achando que este é o projeto da sua carreira porque isso tornará você incapaz de conseguir novos.
E: Eu adorei aquiloq que você falou sobre ter que ficar limitado meio que castigado. Deve ser tão dificil ser assim, vocês tem alguém ou algo que vocês fazem para se manterem assim?
R: Sim, meu amigo. Nós definimos algumas condições e uma delas é que se alguma vez eu começar a falar de uma forma diferente do meu habitual ele precisa imediatamente de me zoar e me humilhar.
I: Para mim é minha familia, ela nunca me deixará esquecer de onde eu vim. Meu pai tem um video dele a limpar meu rabo em criança e ele me envia esse vídeo e diz: “Está vendo essa m*rda?”
R: (Risos) Literalmente!
E: (Risos)
I: Literalmente, essa m*rda acontece (risos), se eu for a casa e nós [minha familia] estivermos sentados á mesa e todos estarem bebendo de um copo de plástico e eu apareço com um copo de vidro, eles ficam logo: “WOW HOLLYWOOD!!!”
R: (Risos) Sim, sim!
E: Eu adorei isso, agora uma pergunta que é totalmente o contrário: As pessoas quando vêm você na estrada elas perguntam algo como: “Maddie, porque você fez aquilo?”. Qual a coisa mais doida que as pessoas já disseram para você?
I: Você sabe o que é louco? E muito sobre o ônibus, é sempre sobre o ônibus… “MAS PORQUÊ? Porquê você não entrou no ônibus?” e eu fico tipo: “Eu não pego o ônibus, querida” (risos). Mas sabe o que eu recebo também? Homens vindo até mim, eles me cumprimentam e dizem: “Você pode levar meu dinheiro sempre que quiser”
R: Uauu!
I: Eles sempre fazem isso, sussurando, “Você pode fazer aquilo que quiser comigo” e eu fico tipo: “Okay! Vou fazer isso”
R: Sim! Isso é legal.
E: Eles devem pensar que estão sendo super inteligentes e você recebe isso a toda hora.
I: SIM! EU RECEBO ISSO TODA HORA!
R: Isso é tão hilário. Parker e eu tivemos algo assim também, nós estavamos em Nova Iorque e nós iamos ver Marianne, porque ela finalmente vive em Nova Iorque e ela nos convidou para jantar, e nós não sabiamos com ir então olhamos no Google Maps e mesmoa assim a gente se enganou na m*rda do caminho, nós fomos para outro metro e erramos tudo e fomos perguntando direções… tavamos suando e correndo a perguntar até que um cara se vira para nós e diz: “Vocês não são os imposters?” e nós ficamos assim: “Nós não poderiamos ser mais legais que isso (risos)” e o cara deve ter ficando desapontado com a gente tipo: “Pensei que vocês eram mais inteligentes”.
I: Vocês deviaram ter dito: “Sim, sim é para aí que o ônibus vai”.
R: Exatamente!
E: Você pode nos contar mais detalhes sobre a segunda temporada?
R: Não.
I: (Risos)
E: (Risos) Você é realmente bom, você não vaza [informações].
I: O que podemos te contar?
R: É sombria, certo?
I: É definitivamente mais sombria, eu penso que vai mais fundo no psicológico de cada personagem. 
R: Definitivamente!
I: Isso não é nada empolgante, não contamos nada demais.
R: Eu sei, nós ainda temos bastante comédia. Não perdemos esse lado. Pode ou não ter um novo interesse amoroso para Ezra!
I: Pode ou não ter um novo interesse amoroso para Maddie!
R: O que mais posso te contar? Tem bastantes pessoas irritados com os imposters, tem o doutor, o FBI, o Patrick que sofreu uma humilhação romântica e profissional no final da primeira temporada… por isso ele agora está bem irritado. 
I: Eu posso te contar que tem um golpe estilo Marilyn Monroe que acontece e eu posso ser Norma Jeane por um tempo e foi uma excelente fantasia.
E: Você pode nos dar mostrar a sua melhor linha de Marilyn Monroe?
(…)
R: (Risos)
E: (Risos) Eu adorei, você é ótima! Eu sinto que o seriado deve ser uma diversão.
R: E é, é complicado e puxado mas numa boa maneira.
E: Concerteza, as partes não sombrias!
R: Exatamente e nós nos damos bem genuinamente o que é um presente.
I: Nós tivemos muita sorte!
E: Own, penso que essa seja uma boa forma de finalizar, obrigada pelo seu tempo.

Fonte: iTunes: “Deepest, Darkest Secrets And Ghost Hunters (with James Kennedy, Racquel Leviss, Inbar Lavi and Rob Heaps)”
Tradução e Adaptação: Imposters Brasil